Edição 322 | 2018

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31/10/2018 15:59

Ensino do futuro

Ensino Médio passa por grande transformação e exige reciclagem de profissionais, confiança dos pais e uma juventude antenada e cheia de vontade de aprender

Divulgação
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Anotícia, dada pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em setembro, precisa ser olhada com cautela. No Ensino Médio, nenhum estado atingiu a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2017. Além disso, cinco estados brasileiros apresentaram redução no valor do índice. “Temos um quadro de crescimento nos anos iniciais, especialmente das redes municipais. Tivemos avanços do sexto ao nono ano, mas ainda insuficientes, e uma estagnação do Ensino Médio, que cada vez mais se distancia da meta. Há uma necessidade muito grande de fazermos logo mudanças estruturantes”, disse o ministro da Educação, Rossieli Soares, destacando a Reforma do Ensino Médio, aprovada no ano passado. “É necessário avançar nessa reforma para trazer este novo Ensino Médio para o Brasil”, acrescentou.

Após três edições consecutivas sem alteração, o Ideb do Ensino Médio avançou apenas 0,1 ponto em 2017. Apesar do crescimento observado, o País está distante da meta projetada. De 3,7 em 2015, atingiu 3,8 em 2017. A meta estabelecida para 2017 é de 4,7. “Foi um crescimento inexpressivo. Estamos muito distantes das metas propostas. É mais uma notícia trágica para o Ensino Médio do Brasil”, destacou Soares.

Até 2015, os resultados do Ensino Médio, diferentemente do Ensino Fundamental, eram obtidos a partir de uma amostra de escolas. A partir da edição de 2017, o Saeb passou a ser aplicado a todas as escolas públicas e, por adesão, às escolas privadas. Pela primeira vez o Inep passou a calcular Ideb para as escolas de Ensino Médio. Apesar do crescimento observado, o País está distante da meta projetada. Neste cenário, cinco estados tiveram redução no valor do Ideb. O registro positivo vai para o Espírito Santo, estado com o melhor desempenho no País.

Amadurecimento
Apesar dos tristes números da educação pública, é possível notar que a Educação no Brasil está passando por um importante processo de amadurecimento. E que a forma de ensinar está sofrendo grandes transformações aliadas à mudança de comportamento da sociedade e principalmente dos jovens que nela vivem.

Especialistas e analistas garantem que o resultado será benéfico para todos, incluindo empresas, mantenedores, docentes e estudantes, pois ainda que estejamos entre os maiores mercados educacionais do mundo, ficamos por muito tempo restritos a um estereótipo, fundamentado na transferência unilateral de informação. Ou seja, o professor, como detentor do conhecimento, buscava transmiti-lo unilateralmente aos alunos.

Para o CEO da Maple Bear Canadian School e graduado pela UFSC em varejo e negócios, Arno Krug, na velocidade e dinâmica da atual sociedade, esse modelo não funciona mais, não é mais suficiente. “No ambiente de hoje, o raciocínio crítico é determinante. É preciso concentrar o foco no processo de construção do pensamento, que se dá por meio da argumentação estruturada, da capacidade de conectar dados de diferentes fontes, construindo, e não consumindo conhecimento. É como criar uma estratégica num tabuleiro, propiciando ao jogador visualizar e ter opções de avanço e recuo em determinado momento do jogo, identificando, por si, como e quando fazê-lo”, define.

E, nesse contexto, onde os professores têm o papel de motivar e inspirar os alunos a se tornarem protagonistas e não mais meros espectadores, essa transição e consequente evolução na forma de ensinar os jovens certamente trará maturidade, em longo prazo, ao modelo brasileiro educacional, fazendo com que nossos alunos estejam mais preparados para o mundo e para as batalhas que enfrentarão ao longo de suas vidas e carreiras. “É esse o papel da escola e do professor: ser a ponte entre o conhecimento e a necessidade de aprender, evoluindo com os seus, em relação a modelo de ensino, métodos para passar essas informações e acesso transparente e compartilhado daquilo que beneficiará a todos. Absorver, crescer e evoluir”, destaca Krug.

O professor de física Fabio Carneiro conta que “numa conferência ocorrida há pouco tempo, sobre os impactos da tecnologia na educação das crianças do futuro, ficou claro que essa, globalizada, passa por uma revolução. Algumas ações, antes vistas como formadoras e indispensáveis, deixarão de existir. “Entretanto, esse tema vai além do interesse da área pedagógica - afinal, trata do nosso futuro e o dos nossos filhos”, enfatiza. “Como já era de se esperar, o Vale do Silício tem dado o norte para esse futuro tecnológico, apresentando inovações e tendências, as quais prometem fazer o aprendizado ser simples, indolor e divertido, por meio dos aplicativos, da “gameficação”, dos cursos on-line, entre outras opções atrativas. Você talvez já tenha ouvido que, como resultado, os professores perderão a sua função. É fato que existem argumentos favoráveis para o estudo on-line, mas é importante destacar que, durante esses anos, o novo modelo jamais poderá substituir o outro. Na verdade, poderia afirmar com segurança que os dois modelos devem atuar como complementares”, completa.

O que pode ser visto como fantástico é que, no formato on-line, o professor virará a peça fundamental, atuando como um motivador junto aos seus alunos para a construção do conhecimento - o que gera a sabedoria e o pensamento crítico que formarão o caráter e as experiências futuras das crianças dessas idades. Sem a presença da peça professor, a emoção simplesmente não acontece – algo que todos os profissionais da área da educação precisam entender, afinal, as informações, conhecimentos, já estão por toda parte, tanto que já é comum ouvir: “dá um Google!”.
Além disso, o Ensino Fundamental é uma importante fase para que as transformações humanas aconteçam - porque é com o emocional que ocorre a construção de todo conhecimento, o que jamais acontecerá com a mesma intensidade no modelo on-line. “Por esse motivo, a escolha de uma escola aberta (mas não permissiva) à comunicação é fundamental para o total desenvolvimento da criança, com uma proposta clara e com os melhores professores e diretores para educar seu filho”, recomenda Carneiro.

Criando filhos na era digital
A psicopedagoga especializada em Educação Sharon Thomas, brasileira radicada em Nova York, esteve recentemente na Casa do Saber, em São Paulo, para apresentar uma de suas palestras mais requisitadas: Como Criar Filhos e Adolescentes Saudáveis na Era da Tecnologia.
Sua abordagem começa por ressaltar a necessidade de que os adultos/educadores se atualizem para estarem aptos a equipar os jovens para participarem de um mundo que requer uma visão global, hoje acessível através da tecnologia.

A especialista entende que as crianças e adolescentes se sentem mais seguros quando os adultos monitoram o uso da tecnologia. “A responsabilidade deste monitoramento é coletiva e inclui educadores, pais e todos os que têm alguma influência na formação do jovem”, destaca. “Monitorar é colocar limites a partir do entendimento sobre quais são os programas que esse jovem utiliza e sempre num contexto de conversa franca e aberta sobre os benefícios e os danos vinculados à tecnologia”, completa.

Para Sharon, é muito importante tratar o jovem como um ser inteligente, mas ainda em desenvolvimento. Pesquisas mostram que o lado pré-frontal do cérebro, responsável por nove áreas que incluem autorregulação, gestão do tempo, organização, planejamento, execução de atividades, memória de trabalho, iniciação de tarefas, inibição de impulso e atenção sustentada, leva de 25 a 32 anos para atingir o amadurecimento.

“O diálogo com jovens sobre o desenvolvimento cerebral tende a ser fascinante”, afirma Sharon. “Temos mais chances em ajudá-los por meio da informação e da conversação do que pela simples e pura proibição”, acrescenta. 

Embora ainda não se saiba exatamente como as horas gastas em frente às telas de um computador ou de um smartphone alteram a estrutura cerebral, é certo que mudanças estão acontecendo e continuarão a acontecer. Essa interferência tem que ser vista e entendida com seriedade.
Como destaca Sharon, “A tela hoje disputa espaço com o tempo social que os jovens reservavam para brincadeiras na hora do recreio, ou com irmãos, amigos, primos, etc. A tela é a nova chupeta, a nova babá, sem os benefícios do contato humano que nos fortalece como pessoas. A tecnologia pode trazer um falso sentido de conexão, que pode ser bastante danoso para jovens que, logo à frente, descobrirão que não possuem amigos ou vínculos verdadeiros”, explica. “Além do mais, temos enfrentado as dificuldades geradas pelo bullying virtual, onde se vê a agressão entre indivíduos que nem sempre entendem como suas palavras e/ou imagens atingem o outro”, ressalta.

Essa é uma discussão relativamente nova, que está apenas começando. Para Sharon, “é preciso discutir como as escolas usam a tecnologia. Não se trata de simplesmente aceitá-la apenas como algo sofisticado e que chegou para agregar valor. Precisamos aprofundar a conversa no sentido de entendermos como os nossos filhos e essa geração estão se beneficiando, para que tenhamos a segurança de saber que a tecnologia não está substituindo um tempo importante dentro ou fora da sala de aula”, conclui.

Tecnologia a favor da educação
É importante ressaltar que enquanto para boa parte dos adolescentes, o acesso a meios digitais está muito direcionado a redes sociais e jogos on-line, as instituições de ensino tem procurado expandir esse uso e proporcionar aos adolescentes outras formas de utilização dessa ferramenta em um processo que pode agregar conhecimento pedagógico. Afinal, a tecnologia, quando bem utilizada é um recurso que não apenas enriquece as discussões sobre as descobertas em campo como também instrumentaliza os alunos para o futuro.

Indiscutível o fato de que a tecnologia veio para ficar e que sua constante evolução permite uma revolução em todas as áreas, incluindo a educacional. O Líder de Eficácia da Pearson, Gustavo Reis, explica que uma das principais barreiras que a tecnologia tem que vencer para estar cada vez mais conectada com as salas de aula, é a de aceitação e adaptação da maior parte dos pais e professores. “Como os pais dos alunos de hoje aprenderam de uma maneira diferente, somente com material didático e professor na sala de aula, há uma certa resistência quanto a integração da tecnologia na sala de aula para potencializar o aprendizado”, destaca.

Não somente os pais dos alunos, mas os professores também sentem dificuldades de colocar a tecnologia de maneira apropriada dentro da sala. Isso porque, eles percebem que a realidade dentro dos ambientes escolares é muito diferente do que ouvem de seus professores durante a licenciatura. Já estamos dando os primeiros passos rumo a essa integração. Por isso, Gustavo Reis cita três grandes transformações que a tecnologia pode fazer no ambiente educacional. Confira:

Gestão Escolar
Com o advento da inteligência artificial, a gestão escolar tende a ficar cada vez mais eficaz e facilitada. Isso porque pode trazer importantes dados que, transformados em insights, fazem com que seja possível entregar uma melhoria contínua no resultado dos alunos. “Você consegue focar no problema, entendendo onde estão os maiores gaps de aprendizado e onde é necessário concentrar os esforços para melhorar os resultados dos alunos em vestibulares, Enem e também em suas avaliações rotineiras”, explica Reis.

Personalização
Todos os indivíduos são diferentes e possuem habilidades únicas. Assim, ter um aprendizado personalizado, voltado para o desenvolvimento de seus pontos mais fracos e reforçando aquelas áreas em que se tem mais domínio, torna-se importante para explorar o potencial de cada um. “Com um ensino adaptativo é possível potencializar o aprendizado e elevar de maneira natural o conhecimento adquirido de cada estudante. A tecnologia nos ajuda a entender as especificidades de todos os alunos e compreendendo isso, os professores passam a atuar de maneira mais eficaz”.

Facilitador / curador
Nessa nova era em que as crianças são nativas digitais e recebem informações de diversas fontes, o professor terá um novo papel: o de facilitador/curador. Isso porque as informações tendem a chegar de diversas maneiras em diferentes plataformas e recursos. “O estudante já vai chegar para o professor com algo que ele viu na internet e o educador terá o papel de desenvolver o pensamento crítico do aluno a fim de que ele entenda quais são as fontes de conhecimento em que ele pode confiar ou não, e complementar essas informações já disponíveis”, explica o especialista.
Aceitar a nova realidade e a necessidade de adaptar as antigas formas de ensino para a nova geração é o primeiro passo para a revolução educacional que já foi iniciada. Pais e professores precisarão aceitar que o modelo tradicional foi excelente para as crianças do passado e que pode servir de referência para o novo que será criado para atrair, ensinar e compartilhar conhecimento com a geração responsável pela criação da sociedade do futuro.

Muito se fala em educação de qualidade, mas pouco se trabalha para a formação continuada de professores. Os cursos de Pedagogia e Licenciatura não dão conta de abarcar todas as transformações sociais que ocorreram nos últimos vinte anos, especialmente na questão tecnológica e da inclusão social de minorias, além do combate ao Bullying. Escolas que investem na formação continuada de professores e que adequam seu modelo pedagógico às novas realidades, possuem resultados educacionais muito superiores a escolas que não investem em seus profissionais, além disso, o professor se sente valorizado, mais seguro no seu desempenho profissional e isso não é tão caro quanto se imagina, pois, existem alternativas que as escolas podem buscar: desde palestras e cursos internos, até a formação de grupos de estudo dentro da própria escola, onde os professores podem aprender e trocar experiências, além de apoiar uns aos outros no seu cotidiano de trabalho.
Coletivo Educação - R. Profª Maria Francisca de Castilho, 08 - F: 2368.6270 - Diretora Patrícia Crepaldi


Ser professor nos dias atuais exige ampliar nossos conhecimentos para atender aos anseios das novas gerações que a cada dia estão mais conectadas. Meu maior desafio enquanto docente é equilibrar a tecnologia com o conhecimento científico e inovação. No Colégio Amorim, além de recursos digitais, praticamos a alteridade e a empatia, tornando o aluno colaborativo, trabalhando com aulas circulares, dividindo a transmissão do conhecimento com eles, portanto o professor é um importante mediador inferindo quando necessário, possibilitando uma melhor assimilação do conteúdo. Acredito ainda que a relação entre professor/aluno seja de mão dupla e muito mais do que tecnologia, é preciso saber ouvi-lo para ser ouvido. Dessa forma conseguimos multiplicar conhecimentos colaborativos. Acredito estar aí o maior desafio da educação do nosso século.
Colégio Amorim - R. Cantagalo, 339 - F: 2293.9166 - Prof. Carlos Henrique Oliveira Dias


Não há dúvidas de que a vida na cidade nos trouxe muitas facilidades. Com um celular na mão, podemos ter transporte particular e comida em casa. Contudo, ao estar imersas em um mar de informações, as crianças vêm perdendo o valor do saber, fazer e conviver, ao ficarem restritas a uma sala de aula tradicional e à telinha do celular. Com todas as rápidas mudanças de hoje, os alunos precisam de uma aula mais dinâmica, redescobrir o mundo que lhes foi privado, sentir e superar dificuldades e, principalmente, serem solidários. Para cumprir com o desafio de educar o cidadão do século 21, o Colégio Exatus promove excursões ao Sítio. Apesar de viver na cidade, a criança é um ser biológico e necessita ter contato com a natureza, colaborar com seus pares e passar por experiências rústicas para o seu desenvolvimento, que seria um tanto limitada entre quatro paredes.
Colégio Exatus - www.colegioexatus.com.br - F: 2941.1196 - Prof. Augusto Takara


Estamos vivendo em uma sociedade altamente bombardeada de estímulos tanto positivos como negativos, e nossa missão é levar nossos alunos a pensarem de forma inovadora, aprendendo a ‘pensar fora da caixa’ e potencializar as habilidades cognitivas. Nosso maior desafio é tirar nossos alunos da zona de conforto, fazer com que eles façam e pensem de forma diferente do habitual, fazer com que o ‘pensar fora da caixa’ seja algo prazeroso e instigante, tentar deixar de lado toda tecnologia que na maioria das vezes atrapalha no raciocinar de forma diferente. As pessoas não estão acostumadas a sair da sua zona de conforto, e quando isso é estimulado da forma correta, nossos alunos descobrem uma forma incrível de pensar e viver.
Supera - R. Apucarana, 1322 - F: 2957.7202 - Diretores Nayara Conti e Raphael Stroppa


Nossa missão como Escola é desenvolver as competências e habilidades do educando e cooperar na formação de seu caráter, a partir de uma abordagem metodológica que integra os princípios do caráter cristão, o pensamento reflexivo-criativo e aplicação prática do conteúdo. Sendo assim, desenvolvemos projetos que levam o educando a uma participação ativa no processo de ensino-aprendizagem. Os alunos do Fundamental II, participam do projeto Parlamento Jovem, cujo principal objetivo é oferecer aos jovens uma lição de cidadania e democracia. No projeto de 2018, nosso aluno Eliseu Fernando Mendes dos Santos, do 8º ano, orientado pela professora de História Patrícia Fernandes, foi um dos escolhidos, com seu projeto de lei que “Dispõe sobre a obrigatoriedade da realização de procedimentos de simulações para evacuação em casos de incêndios nas escolas públicas e privadas”, e viverá a experiência de ser vereador por um dia.
Colégio da Comunidade - R. Renato Rinaldi, 896 - F: 2090.1980 - Profª Patrícia Fernandes e Coordenadora Pedagógica Márcia Oliveti

O Professor é e sempre foi o carro-chefe em uma sala de aula. Ele é o grande administrador de sua equipe. O primeiro passo é fazer com que os alunos atentem para a primeira explicação, depois vem todas as atividades dispostas a eles. Quando explico um novo conteúdo, transformo a lousa numa grande tela de computador e vou “linkando” os itens escolhidos por eles. A Instituição em que leciono, o Colégio São Judas, oferece aos Professores, a Sala Google com um amplo material e os alunos “viajam” por vários segmentos. Estamos iniciando um Projeto sobre o Bullying e, todo o questionário chegará aos alunos através de um aplicativo Classroon. Em todos os trabalhos damos ênfase à formação do caráter do educando. Quanto mais fizermos com que o aluno descubra o mundo ao seu redor, melhor, por isso da prática de diferentes trabalhos.
Colégio Sâo Judas - R. Clark, 213 - F: 2174.6422 - Profª Maria Paula Del Bianco

Atualmente muitos alunos são dispersos e não interagem com aulas tradicionais, pois necessitam de maior atratividade durante o aprendizado. No Colégio Brasil, somos orientados a utilizar sempre novas ferramentas voltadas ao bom ensino, tais como as lousas interativas a fim de despertar a atenção do aluno no desenvolvimento das pesquisas, jogos com conteúdo didático, dentre outras atividades atraentes e layouts dinâmicos. Os alunos dessa nova geração têm acesso a muita informação, porém não sabem como direcioná-las ao aprendizado, daí ministramos aulas para melhor aproveitarem a alta tecnologia. Como profissional procuro ser mais dinâmica e melhorar o aproveitamento através de um ensino moderno, filosofia realçada no Colégio Brasil.
Colégio Brasil - R. Winifred, 87 - F: 2093.2529 - Profª Cristina Teixeira da Silva

O consenso na educação é de que o maior desafio dos professores é a indisciplina. Porém, ela é apenas um sintoma da inadequação do ensino ao seu público. Por trás da indisciplina está a falta de atenção e de motivação. Ou seja, os problemas escolares estão associados às emoções dos alunos. Assim, uma aprendizagem efetiva requer a saída do marasmo e automatismo, levando os professores a dominarem e usarem estratégias de aprendizagem eficazes. Na MZ School, usamos a metacognição, que leva o aluno à reflexão e ao sentido que ele próprio atribui ao aprendizado. A estratégia atua nos três aspectos: cognitivo, autorregulando o conhecimento; emocional, melhorando a autoimagem; e social, usando a dialética. Isso torna os alunos mais reflexivos e partícipes ativos na própria aprendizagem.
MZ School - Av. Zelina, 333 - F: 2341.2667 - Diretora Judivania Dantas de Andrade Dias

O desafiante mundo da educação de nossos dias nos remete ao acompanhamento e domínio das evoluções tecnológicas cada vez mais aceleradas, ao autoconhecimento e autoestima do aluno e ao resgate de valores que os conduzam ao equilíbrio e felicidade. Esse caminho passa pelo desenvolvimento da cidadania, respeito à natureza e ao próximo, convívio inteligente com as diferenças tão peculiares e enriquecedoras de nossa espécie, capacidade de se comunicar e interagir em trabalhos cooperativos, permutando papéis de líder e liderado. A neurociência e inteligência emocional, bem como o desenvolvimento de parcerias competentes e de sucesso, nos possibilitam preparar os alunos para o sucesso futuro em novas profissões que dominarão os mercados de trabalho e que ainda sequer foram criadas.
Matese Magisther - R. Renato Rinaldi, 308 - F: 2532.0096 - Pedagoga Fernanda Barata Bigatan

O Colégio Objetivo é uma escola que recebe alunos de diversas escolas da região. Tanto particulares como públicas. Nosso sistema é avançado, e percebemos que alguns alunos trazem déficit demonstrando às vezes uma certa dificuldade de acompanhamento no conteúdo. Nosso principal foco dentro da sala de aula é integrar esse aluno ao nosso método, e não excluí-lo, fazendo assim com que ele tenha preparo para acompanhar.
Colégio Objetivo Tatuapé - R. Coelho Lisboa, 334 - F: 2941.5249 - Coordenadora Pedagógica Tatiana Gebara 

Um dos maiores desafios é aproximar o aluno do conhecimento acadêmico. Com tantas informações e tão acessíveis, o uso da tecnologia pode ser um caminho atrativo para ganhar a confiança e atenção dos nossos alunos. Em nosso colégio criamos a Sala Microsoft com o objetivo de proporcionar aos alunos um espaço moderno e estimulante para o aprendizado. Um espaço de aula conceito e de aprendizado colaborativo, deixando de seguir o modelo expositivo. A sala usa da tecnologia em prol do aprendizado, através do uso de tablets, lousa digital e interativa, além de todas as ferramentas da Plataforma Office 365. Atividades externas, incentivo à pesquisa, projetos interdisciplinares e discussões em grupo também reforçam os processos de aprendizado de uma forma estimulante e agradável. Adquirir conhecimento sem parecer chato, esse é o novo caminho!
Colégio São José do Maranhão - R. Arnaldo Cintra, 68/72/86/96 - F: 2294.3428 - Mantenedor Maurício Castilla Garcia

Os alunos de hoje são diferentes dos educandos das gerações passadas. São nativos digitais, com pensamentos acelerados e capazes de executar múltiplas tarefas ao mesmo tempo. Demonstram dificuldade de manter a atenção por muito tempo numa mesma atividade. Temos proporcionado formação continuada aos docentes, para que se aperfeiçoem com as mídias digitais e utilizem estratégias motivadoras nas aulas, tornando-as mais significativas. Nossas aulas proporcionam estímulos diversos, levando em consideração como cada aluno aprende, atendendo os alunos mais visuais, os auditivos e, especialmente, os cinestésicos que se apresentam em maior número nos dias de hoje. Assim, conseguimos alunos mais envolvidos com os processos que contextualizam e dão sentidos às aprendizagens.
Colégio Passo Seguro - R. Juvenal Parada, 72 - F: 2605.1360 / R. dos Trilhos, 1928 - F: 2604.8852 - Coordenadora Pedagógica Irina Lembo Barriviera

Para superar os desafios enfrentados pelos educadores nas salas de aula com as novas gerações, o Colégio São Francisco de Assis propõe através de uma educação ativa, um ensino pautado nos valores humanos. Aqui, enfatizamos os conteúdos transversais através de projetos educativos, em ambientes diversificados. Com o projeto de Inclusão e Acessibilidade, desenvolvido ao longo do ano letivo, trabalhamos a empatia. No Espaço Jardim Sensorial do Colégio, criado com o objetivo de explorar as diferentes sensações, através de aromas, sabores, sons e texturas de variadas espécies de plantas, os alunos podem vivenciar uma experiência significativa, utilizando todos os órgãos dos sentidos, para se colocar no lugar daquele que possui deficiência visual.
Colégio São Francisco de Assis - R. Euclides Pacheco, 478 - F: 2227.4310 - Professores Janaina Daniele e Bruno

A escola tem papel fundamental na formação do caráter e dos valores morais que nortearão os educandos no convívio social. A escola Kidslândia e o Colégio Atos, procuram investir na formação integral de seus alunos, preocupando-se não somente com o conhecimento acadêmico, mas com a formação na sua totalidade. O que baseia uma educação transformadora é respeitar cada aluno na sua individualidade e plantar a semente do amor, do respeito e da ordem! Entendemos que através da educação por princípios, podemos formar cidadãos que amam a Deus e ao próximo e, que crescem conscientes que não precisam diminuir, mentir ou denegrir para se conquistar algo. Temos a certeza que cada criança é um terreno fértil e, que, plantando hoje a semente do amor, no tempo apropriado colheremos alegrias!
Escola Kidslândia / Berçário e Colégio Atos - R. Pe. Antônio de Sá, 226 - F: 2094.2444 / R. Tuiuti, 1260/1272 - F: 2097.8626 - Equipe de Coordenação

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